MUSEU

Apresentação

Museu do Tribunal de Justiça de São Paulo

O Museu do Tribunal de Justiça de São Paulo tem o propósito de preservar os elementos materiais e imateriais ligados à vida e memória do Poder Judiciário e de suas relações com os fatos que compõem a nossa história.

Em 1994, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador José Alberto Weiss de Andrade, pela Portaria nº 2.815/94, cria o Museu do Poder Judiciário Paulista, nomeando como coordenador o desembargador José Rubens Prestes Barra.

Inaugurado em 1º de fevereiro de 1995, contava com uma exposição de longa duração no 2º andar do Palácio.

De 1998 a 2004 o desembargador Emeric Levai exerce o cargo de coordenador do setor.

Em 1999 o Museu já contava com duas salas de exposição, com a utilização de outros espaços no Palácio da Justiça para mostras temporárias.

Em 2004, o desembargador Alexandre Moreira Germano é nomeado coordenador do Museu e logo após, em 2007, o setor cultural foi contemplado com uma sede própria, o Palacete Conde de Sarzedas.

O Palacete é uma joia rara localizada no centro paulistano e patrimônio a ser preservado, tombado em 2002 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Compresp), conta parte importante da história da cidade, com exposição de acervo salvaguardado pelo Museu.

Em 2009 é inaugurado o Espaço Cultural Poeta Paulo Bomfim, no Palácio da Justiça, com destaque à história do Movimento Constitucionalista de 1932, bem como a vida e obra do poeta Paulo Bomfim.

A partir de 2013 o Museu do Tribunal de Justiça, de acordo com a política de regionalização proposta pelo Tribunal, passa a inaugurar espaços museais pelos fóruns da Capital, mas também promovendo exposições temporárias e permanentes em outras comarcas do estado, com destaque à Sede Regional do Museu em Ribeirão Preto.

Em 2018, o desembargador Octavio Machado de Barros Filho assume a coordenadoria do setor.

Além de espaço cultural, o Museu tem por objetivo preservar para as novas gerações os símbolos, objetos, documentos, móveis, vestimentas, e outros elementos ligados à evolução histórica e cultural do Poder Judiciário paulista, sem esquecer os eminentes vultos do passado, os agentes históricos do presente e do futuro, que preservam e transmitem a história da instituição desde a implantação do Tribunal da Relação, em fevereiro de 1874, na então província de São Paulo, aos dias atuais.

Desde 2019, a desembargadora Luciana Almeida Prado Bresciani é a coordenadora do Museu do Tribunal de Justiça.


Visita Monitorada

Em razão da pandemia, as visitas monitoradas ao Palacete Conde de Sarzedas, sede do Museu do Tribunal de Justiça de São Paulo, estão sendo realizadas de forma telepresencial, com transmissão de vídeo institucional e interação com o público, proporcionando aproximação do Judiciário paulista com a comunidade acadêmica, alunos das diversas instituições de ensino e os cidadãos, mesmo durante o período de distanciamento social.

Para grupos previamente formados de universidades, instituições e público em geral, é necessário realizar agendamento pelo e-mail museutj@tjsp.jus.br, informando o nome da instituição, nome do responsável pela visita, quantidade de pessoas, telefone e e-mail para contato, além do dia e horário de preferência (às 10h, 11h ou 15h). A instituição recebe certificado de participação expedido pela Coordenadoria do Museu do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Para as pessoas que não compõem grupo previamente formado, o Museu oferece visitas abertas, por ordem de inscrição, na última quarta-feira de cada mês, às 10h e às 15h. Interessados podem se inscrever pelo e-mail museutj@tjsp.jus.br , informando nome completo, data e horário de interesse.



O Tribunal de Justiça de São Paulo utiliza cookies, armazenados apenas em caráter temporário, a fim de obter estatísticas para aprimorar a experiência do usuário. A navegação no portal implica concordância com esse procedimento, em linha com a Política de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais do TJSP